DESTINO DAS EMBALAGENS PLÁSTICAS DO SETOR DE LIMPEZA PROFISSIONAL
Buscar soluções que diminuam os reflexos na comercialização de produtos de limpeza e higiene, por conta da lei nº 13316/2002, que dispõe sobre a coleta, destinação final e reutilização de embalagens, garrafas plásticas e pneumáticos. Esse foi o objetivo da reunião que ocorreu na sede da Abralimp, no dia 10 de junho, com o diretor da câmara setorial de químicos e dosadores, Miguel Sinkunas, na presença de aproximadamente 20 associados.
Pela lei já estar em fase de tramitação federal, Sinkunas apresentou a ideia da criação de um instituto, sem fins lucrativos, para reunir empresas do setor. O intuito é permitir que os associados devolvam as embalagens vazias à entidade, que contará com diversos postos de recolhimento.
O instituto auxiliaria ainda na centralização de informações e criação de um ‘link’ para recolhimento controlado, indicando os locais de coleta, ONG’s ou cooperativas responsáveis. Uma observação: quanto mais empresas fabricantes e distribuidoras se associarem, maior a contribuição e menor o custo da logística de recolhimento. Futuramente, o instituto pode se tornar auto-suficiente e até gerar lucro.
Outra questão em destaque é a responsabilização do usuário (pessoa jurídica) no descarte das embalagens. A Abralimp acredita que, dessa forma, é possível ter controle total da destinação final dos resíduos. Se aderida em grande escala pelas empresas do setor, essa proposta pode transformar o mercado das empresas produtoras e distribuidoras de produtos de higiene e limpeza.
“Nosso intuito é encontrar a melhor forma de nos adequarmos à nova legislação da maneira mais viável possível”, conclui Sinkunas.
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